
BASÍLICA DOS CONGREGADOS · BRAGA
História da Irmandade
Desde 1761, uma história de devoção a Nossa Senhora das Dores e de cuidado com os Congregados.

Uma devoção que reúne
A Irmandade tem origem na associação dedicada às Sete Dores da Mãe de Deus, iniciada em 18 de janeiro de 1761 na igreja dos padres do Oratório de Braga. O Pe. Martinho Pereira teve um papel destacado na promoção desta devoção.
Esta história liga os Congregados a uma expressão de piedade que ultrapassou a cidade. O culto a Nossa Senhora das Dores tornou-se um ponto de encontro de pessoas e comunidades.
Reorganizar e dar continuidade
A Irmandade foi reorganizada em 1842. Os seus estatutos receberam aprovação governamental em 1843 e confirmação arquiepiscopal em 1849. A história institucional regista também revisões estatutárias em 1937 e 1993.
Em 1845, a igreja dos Congregados foi entregue aos cuidados da Irmandade de Nossa Senhora das Dores e Santa Ana. A conservação do templo e a continuidade do culto passaram a marcar de forma particular a sua missão.
Uma memória feita de pessoas
Irmãos, dirigentes, sacerdotes e benfeitores deixaram o seu contributo nesta história. As obras de Rui Ferreira, publicada em 2022, e de Alexandra Pereira de Castro, em 2025, ajudam a conhecer a devoção, o arquivo e as pessoas da Irmandade.
Conhecer esta memória é também compreender a responsabilidade de cuidar da Basílica hoje.
Entre os grandes protagonistas da história recente está o Comendador António Augusto Nogueira da Silva, Juiz-Presidente de 1958 a 1976, cujo legado marcou o património e a missão dos Congregados.


